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A inovação como impulso: democratizando o mercado por meio da tecnologia e da atitude empreendedora



Ao longo da história, temos inúmeros exemplos de empreendedores brilhantes que, vencendo um cenário complexo de adversidades, foram capazes de construir uma história de sucesso e deixar um legado único para o mercado – muitas vezes, inclusive, quebrando paradigmas e mudando a forma como enxergamos um segmento econômico.


De Walt Disney a Henry Ford, passando por Howard Schultz e Jan Koum, por exemplo, o empreendedorismo sempre foi, de fato, uma válvula importante de mobilidade social e não só, vale reforçar, para a vida dos indivíduos que lideraram (ou lideram) algumas das companhias mais icônicas do ambiente de negócios global, mas também para as milhões de pessoas que conquistaram tanto uma fonte digna de renda quanto a possibilidade de crescimento em empresas sólidas.


Feito esse preâmbulo, uma questão extremamente positiva que pode ser observada – a despeito dos desafios sociais e econômicos que precisam ser vencidos nesse momento único em que vivemos – é a de que o avanço da digitalização e o consequente maior acesso às novas tecnologias acelera ainda mais essa curva de democratização do mercado.


Sim, em uma sociedade digital que disponibiliza milhões e milhões de conteúdos ricos, sem qualquer custo e na palma da mão; em que as possibilidades de troca de conhecimentos e fortalecimento de networking se expandem em redes como o próprio LinkedIn; e no qual novos modelos de negócios mais ágeis e enxutos surgem a todo momento (dos marketplaces e comércio digital com centenas de soluções eficientes e gratuitas às próprias "startups de garagem"), a ideia de empreender deixou de ser somente uma questão de capital.


Hoje, valores como a atitude empreendedora, o protagonismo capaz de mudar a vida de homens e mulheres de todas as classes sociais, etnias, origens e backgrounds culturais são, mais do que nunca, atributos determinantes para a escalada de uma jornada bem-sucedida no mercado.


E não se trata aqui, claro, de se deixar de reconhecer os problemas e as mazelas socioeconômicas que fazem parte da realidade de nosso e de outros países, mas sim, de apontar no empreendedorismo, um caminho no qual, cada vez mais, portas se abrem e a mobilidade social acontece de fato.


Um artigo recente da @MIT Review Brasil destaca, justamente, esse processo de democratização que vem sendo impulsionado pela nova economia digital na qual o conteúdo e a expertise são valores de ouro que fazem surgir, inclusive, os chamados "empreendedores de si mesmos", indivíduos que se tornam referência no universo online graças a criações próprias, autorais, que vão da arte ao jornalismo.


No campo das startups, por sua vez, as possibilidades de que uma boa ideia floresça – mesmo a partir de um capital enxuto ou mesmo "do zero" – são consideráveis, vide, por exemplo, o avanço dos projetos de inovação aberta (no qual grandes empresas investem em startups), dos ecossistemas, aceleradoras e comunidades de inovação até das incubadoras disruptivas que atuam nos mais diversos segmentos de mercado.


Só até abril do ano passado, por exemplo, 1.635 grandes companhias brasileiras contavam com algum tipo de projeto de inovação aberta rodando em suas companhias, seja de modo independente ou por meio de aceleradoras. Os dados são da 100 Open Startups e reforçam uma busca evidente das grandes organizações em seguir o passo da inovação em suas jornadas.


E todo esse movimento, por sua vez, só contribui para a quebra de barreiras da mobilidade social. Para tanto, não precisamos parar de enxergar as problemáticas de nossa sociedade, mas é fundamental que não se percam oportunidades que podem mudar vidas e que podem estar ao nosso alcance. Ou, como bem sintetizou Alexander Graham Bell, “às vezes nós olhamos tanto tempo para uma porta que se fecha que vemos muito tarde outra que está aberta.”


Assim, não só deixe aflorar, mas mantenha viva a atitude empreendedora que mora em você e usufrua da inovação que abre inúmeros caminhos rumo a uma jornada repleta de conquistas!



Artigo escrito por



Alexandre Velilla,

head de Administração da ANEFAC

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