KPMG detalha 8 pontos-chave em segurança cibernética para este ano
Segundo a pesquisa da KPMG sobre “As considerações cibernéticas de 2026”, existem oito pontos- chave em que a segurança cibernética deveria ser aprimorada nas empresas e nos governos ao redor do mundo. Os pontos listados no documento são os seguintes:
- Preparar os profissionais do futuro para a segurança autônoma
2) Navegar geopoliticamente em questões cibernéticas;
3) A proteção de sistemas via adoção da inteligência artificial Agêntica;
4) Gerenciamento de identidades não humanas;
5) A convergência entre a Tecnologia da Informação (TI) e a Tecnologia Operacional (TO);
6) A migração para a criptografia pós quântica;
7) A proteção e detecção de respostas na cadeia de suprimentos;
8) A ampliação do escopo da função dos Chefes de Segurança da Informação (Chief Information Securiy Officer – CISOs);
“À medida que a segurança se torna mais automatizada, há um crescente número de tarefas orientadas por inteligência afetando áreas como compliance, gerenciamento de risco e gestão de identidades”, analisa o sócio de serviços corporativos da KPMG, Daniel Pacheco.
De acordo ainda com o levantamento, esses pilares representam movimentos simultâneos que devem ser tratados de forma integrada pelas organizações, já que os riscos e as respostas em segurança cibernética se tornam cada vez mais interdependentes.
“O aumento das identidades não humanas, aliado à complexidade das cadeias de suprimentos e à iminente necessidade de adoção de criptografia pós-quântica, impõe às organizações uma revisão profunda de seus modelos de proteção. Nesse cenário, o CISO ganha protagonismo ao assumir um papel mais amplo, conectando risco, inovação e estratégia para garantir resiliência em um ambiente cada vez mais dinâmico e sofisticado”, destaca o sócio líder de segurança cibernética da KPMG no Brasil, Ricardo Moraes.
Link para a pesquisa: https://kpmg.com/xx/en/our-insights/ai-and-technology/cybersecurity-considerations-2026.html
Fonte: KPMG